Guloseima: aventuras culinárias


Feliz Nataaaal!


Este ano, meu maior presente foi ter redescoberto a gastronomia e a delícia de cozinhar! Qual foi o seu?

Só queria deixar um grande beijo, um grande abraço, e meus votos eternos de felicidade, amor e prosperidade para todos os meus queridos leitores, que fazem este blog ser ainda mais especial para mim! :)

Adoro esta época do ano porque é justamente neste momento que a gente se prepara para renovar nossos laços de amizade, amor e família. E também porque 2007 está logo aí, com infinitas possibilidades novas acenando, planos malucos e mirabolantes, desejo de ver as coisas crescerem e acontecerem.

Feliz Natal, meus amigos, e um maravilhoso, incrível, fantástico e hiperbólico Ano Novo!



Categoria: Natal e Ano Novo
Escrito por Luciana M. às 10h49
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Cuscuz marroquino


Demorou, mas a foto veio! :)

Gosto muito de cuscuz. Não sei se o que minha mãe prepara, com farinha de milho, palmito, sardinha em lata, tomate, cebola e ervilhas, é o que se pode chamar de "cuscuz à paulista", porque esse é o tipo de receita que se perde nas tradições familiares e fica assim, uma lembrança boa repetida infinitas vezes, em resposta ao pedido do paladar.

Foi com essa noção que tive uma surpresa agradável quando experimentei o cuscuz marroquino, feito com grãos redondinhos de sêmola de trigo, completamente diferentes do meu cuscuz de família.

Gostei da mistura, decidi provar e fiz um cuscuz marroquino assim, à minha moda, para os amigos. Eles gostaram! :)

Cuscuz marroquino à moda da Lu

- 1 xícara de cuscuz marroquino (você encontra em bons supermercados e empórios que vendem comidas árabes - calcule 1/2 xícara para cada comensal)
- 4 cenouras
- 1 cebola pequena
- 4 dentes de alho
- 1 alho-poró
- frango defumado em pedaços
- cogumelos do tipo champignon
- azeite
- limão
- caldo de frango (fervendo - na mesma proporção do cuscuz)
- sal

Primeiro você precisa preparar as cenouras: raspe a casquinha e corte as cenouras em pedaços médios. Leve para cozinhar em água com sal. Enquanto isso, lave bem o alho-poró e corte em rodelas de mais ou menos 1 centímetro. Reserve. Prepare um caldo de frango e, quando ferver, despeje sobre os grãos do cuscuz. Deixe absorver todo o caldo por uns 5 minutos (atenção: calcule meia xícara de cuscuz seco para cada comensal, e a mesma quantidade de água fervente, no caso, caldo de frango). Quando os grãos tiverem absorvido tudo, misture com um garfo e acrescente um fio generoso de azeite e um limão espremido. Não precisa colocar sal, porque o caldo de frango já é salgado.

Deixe o cuscuz descansando e prepare o restante: frite a cebola e o alho picadinhos em azeite (quanto desejar), acrescente o alho-poró e refogue. Acrescente as cenouras e os cogumelos e forme um bonito refogado. Chegou a hora de adicionar os pedaços de frango defumado (previamente assados e sem osso!). Frite mais um pouquinho, misture o cuscuz pronto e mexa.

Sirva imediatamente, com uma boa salada verde. O sabor suavíssimo do cuscuz combina muito bem com carnes fortes, como cordeiro e embutidos em geral. Por isso, você pode dar uma excelente finalização ao prato com pequenas lingüiças calabresas picantes, assadas ou fritas.

Fica fantástico com um copo de vinho de sua preferência. Os espumantes, incrivelmente gelados, dão ainda mais vida ao prato.

É delicado, sensual, e faz bonito quando você quer preparar algo diferente para agradar aquela pessoa que você mais ama no mundo. Sem elas, qualquer refeição fica sem graça. É ou não é?



Categoria: Cozinha do Mundo
Escrito por Luciana M. às 17h33
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É Natal, é Natal!

Então parece que eu finalmente me dei conta, entre milhares de compromissos, que o Natal chegou e as pessoas parecem estar um pouco mais em ritmo de festa.

Esses dias ganhei um panetone e um chocotone no trabalho, levei pra casa e meu marido me tirou o prazer de abrir a caixa do "primeiro panetone do ano" (um chocotone, no caso), porque a fome no café da manhã fez o coitadinho apelar para a caixa bonitona, amarela e atraente que prometia um universo de chocolate.

Dessa forma, perdi a chance de sentir aquele aroma, vocês sabem, de panetone fresquinho recém-saído da caixa. É o cheiro do papelão da própria embalagem, misturado com a essência que faz a gente sentir, de longe, que o Natal chegou mesmo.

Queria dar uma receita bonitona e espertinha, fazer um especial com guloseimas natalinas, encher este bloguinho de coisas bonitas e mensagens de amor e esperança e quitutes para encher os olhos - e a barriguinha.

Mas ando sem tempo -e um pouco sem esperança- de conseguir. Estou planejando umas mudanças significativas para o Guloseima no ano que vem, mudar de endereço, de layout, tudo. Um Guloseima totalmente repaginado para meus diletos leitores, como merece um blog que começou sem pretensão nenhuma e me abriu um universo completamente novo de cores, sons, formas, cheiros, doçuras e delícias.

Natal e fim de ano são sempre épocas inspiradoras pra mim. Mesmo com várias coisas acontecendo ao mesmo tempo, muitas delas distantes do que eu considero um ideal de felicidade, nesta época eu sempre penso em dar a volta por cima, sacudir o esqueleto, encher de novo meu coração de amor transbordante, de festa, de risos. Ano que vem está aí para tentar de novo, não?

Enquanto isso, deixo com vocês um link que encheu meus olhos de alegria: o especial de Natal das Galerias Lafayette, em Paris (de onde tirei a imagem aí de cima). Não é pra comprar, não é pra parecer esnobe, não é nada disso. É que os caras criaram uma animação linda de morrer, elegante, sem Papais Noéis em profusão, sem vermelho, sem renas. Só dourado e uma fadinha bonitinha, trazendo luz e um pouco mais de cor para esses dias de trânsito caótico, chuvas incríveis, e filas até para almoçar no restaurante por quilo.

Ah, o Natal...



Categoria: Natal e Ano Novo
Escrito por Luciana M. às 16h19
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Festa de Babette

Passei rapidinho só pra deixar uma dica fantástica, sensacional, imperdível, inestimável: vejam "A Festa de Babette". Eu sei que o filme é de 1987, quando eu tinha, sei lá, uns nove anos e não sabia nem preparar uma omelete, então muitos de vocês já devem ter visto. Mas, ahhhh, é tão, mas tão lindo!

E aquelas comidas todas, a maneira apaixonada com que Babette delineia cada prato, abre cada vinho... E o olhar dos velhinhos diante de todo aquele "pecado"...

Acreditem, eu tenho SONHOS com aquelas cailles en sarcophage. Claro, já encontrei as receitas na internet. Hei de prepará-las! :)



Escrito por Luciana M. às 15h51
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Luciana M. é jornalista, apaixonada por Gastronomia, Cultura e todas as coisas bonitas da vida. Inclua nisso aí itens como Arte, Viagens e Literatura. Tudo começando com maiúsculas, porque eu respeito. Adoro uma guloseima, coleciono receitas e sou boa ouvinte de histórias ligadas a costumes e culinária. Se tiver uma receita interessante, me envie! Se quiser alguma, é só pedir :)

Já li e recomendo: Sopa de Romã, de Marsha Mehram

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, PINHEIROS, Mulher, de 26 a 35 anos, Gastronomia, Arte e cultura
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