Guloseima: aventuras culinárias


Comida alemã

Em homenagem ao clima de Copa do Mundo que tem imperado por aqui, almocei hoje num restaurante alemão. Relapsa que sou, esqueci o nome do restaurante, mas eu vou lembrar, eu juro.

Conheço pouco da culinária alemã, mas posso dizer que fiquei bastante feliz com meu "Wiener Schnitzel", um filé de lombo à milanesa, muito fininho, acompanhado de salada de batatas, purê de maçã e uma mostarda muito boa.

Preciso de uma boa receita de salada de batatas, aliás. Se alguém tiver uma bem bacana, no estilo alemão, pode deixar na caixinha de comentários que eu agradeço.



Escrito por Algodão Doce às 17h09
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Starbucks no Brasil?

Starbucks!

Pois é, estão dizendo que a maior rede de cafeterias norte-americanas, a famosa Starbucks, chegará ao Brasil no ano que vem. Parece que a primeira loja será inaugurada em São Paulo. Veja aqui.

Particularmente, não tenho nada contra a rede, mas também nada a favor. Já tomei um cappuccino da Starbucks, no copão de papelão e tudo, com friozinho gostoso no fim de tarde, ou seja: a cena clássica. Mas, olha, não achei tuuuudo isso, não. Achei bem normal, não devendo nada aos nossos bons cappuccinos nacionais. Mas uma coisa é certa: aquele copinho deles é muuuito prático! Tem gente que ama, eu ainda preciso provar mais.



Escrito por Algodão Doce às 18h56
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As coisas mais gostosas de Paris

Numa viagem a Paris, há quem enlouqueça com compras, passeios ou museus. Eu fico louca com a comida (ok, com as compras também). Eu que, normalmente, me alimento como um passarinho, viro um monstro glutão ao pisar na capital francesa. Explico: como resistir aos deliciosos pain au chocolat e croissants no café da manhã? Como resistir aos macarons coloridos, cada cor sugerindo um mundo novo de delícias? Na minha mais recente estadia por lá, me fartei de três alimentos básicos - e caros -  à humanidade: pão, queijo e vinho. Segue minha lista de eleitos para quando você tiver a alegria de conhecer Paris:


Pain au chocolat: é praticamente um croissant, com massa folhada levemente doce, mas o recheio, ahhh, o recheio é uma grossa barra de chocolate meio amargo que fica com uma textura inexplicável depois de se amalgamar, levemente, com a massa, no processo de assar. É consumido basicamente no café da manhã, mas eu poderia comê-lo a qualquer hora do dia. Se você estiver em São Paulo, pode provar essa delícia na Pain de France e na DeliParis.


Macarons: são um tipo de doce muito, muito leve, cuja massa é feita com uma espécie de farinha de amêndoas. Cada cor (claro...) corresponde a um sabor. Rosa, para os de morango; marrons, para os de chocolate. Beges, para os de café e verdes (os meus favoritos) para os de pistache. Em Sampa podem ser encontrados na Payard e também na supracitada DeliParis. Mas, aqui, a massa leva farinha de castanha de caju. Não fica tão leve, mas é também delicioso.

Para completar, o trio que me faz feliz, em Paris, ou em qualquer lugar:

Baguetes, queijos e vinhos: as baguetes, na França, são deliciosamente crocantes e fresquinhas. Claro, se você, como eu, sair em busca de uma refeição às oito da noite, em Paris, corre o risco de encontrar uma baguete dura e/ou terrivelmente murcha. Mas se você for esperto, consegue acertar a hora da padaria (ou boulangerie, como queira), e comprar deliciosas baguetes quentinhas, crocantes e felizes. E carregá-las envoltas em um mísero papelzinho de padaria é uma aventura. Tente não deixar muita poeira ou fumaça de cigarro poluir sua baguete.

Já os queijos, na França, são uma aventura à parte, capaz de deixar qualquer amante de queijos enlouquecido. Diz que há um tipo diferente de queijo para cada dia, por lá. Mas eu prefiro deixar meu paladar escolher os de sempre: brie, camembert e os variados tipos de chèvre, queijos de cabra que são uma alegria para mim e que, infelizmente, em São Paulo custam os olhos da cara. A marca mais usual para o queijo-nosso-de-cada-dia, em Paris, é a President. Em alguns bons supermercados você consegue encontrá-los por aqui.

E, para finalizar, os vinhos. Costumava comprar umas garrafas por bons preços nos mercadinhos mais fuleiros de Paris. Normalmente, era um Côte-du-Rhônes pungente, tinto, delicioso. Outras vezes, investi num rosé da Provence, mais leve. Não provei nenhum branco (acho que sou fã, mesmo, é dos tintos). Mas a regra é: não tenha medo de experimentar. Sim, sim, dizem que há várias leis para combinar queijos e vinhos, etc, mas eu ia mais pelo que meus olhos aprovavam. E sempre deu certo!



Escrito por Algodão Doce às 14h58
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Luciana M. é jornalista, apaixonada por Gastronomia, Cultura e todas as coisas bonitas da vida. Inclua nisso aí itens como Arte, Viagens e Literatura. Tudo começando com maiúsculas, porque eu respeito. Adoro uma guloseima, coleciono receitas e sou boa ouvinte de histórias ligadas a costumes e culinária. Se tiver uma receita interessante, me envie! Se quiser alguma, é só pedir :)

Já li e recomendo: Sopa de Romã, de Marsha Mehram

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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, PINHEIROS, Mulher, de 26 a 35 anos, Gastronomia, Arte e cultura
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